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Escrito por Neo Mondo | 15 de agosto de 2019
Aproximadamente 93% do território cearense é semiárido, com temperaturas muito altas, chuvas escassas e concentradas e problemas sérios de escassez hídrica. O estado é particularmente vulnerável a períodos prolongados de seca. O ciclo mais recente, em 2012-2017, reduziu drasticamente os níveis dos reservatórios, deteriorando a qualidade da água e levando à adoção de regras rigorosas para a alocação de recursos hídricos.
Os atuais cenários climáticos preveem riscos cada vez maiores de secas severas e prolongadas. Outro problema vivido pelo Ceará é a falta de eficiência na prestação de serviços hídricos.
O projeto do Banco Mundial vai controlar e reduzir as perdas de água, por meio de intervenções no controle da pressão e também através da setorização.
Outro eixo é a criação de Distritos de Medição e Controle (DMCs). Essas unidades serão estabelecidas em setores prioritários da distribuição de água em Fortaleza. Com os distritos, a empresa de abastecimento hídrico terá informações detalhadas sobre os problemas relacionados a perdas no sistema. A companhia também conseguirá regular as pressões com maior precisão e diminuir tanto as perdas reais, quanto as aparentes, em regiões menores.
“Este projeto promoverá o uso mais produtivo dos escassos recursos hídricos, aumentará o abastecimento de água na região mais seca e garantirá a disponibilidade de água, inclusive nos anos de escassez”, afirmou Paloma Anos Casero, diretora do Banco Mundial para o Brasil.
Com o projeto, as instituições parceiras esperam promover:

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