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Sustentabilidade
Inscrições abertas para 3º Ciclo do Holcim Awards
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Neo Mondo Informa
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Sustentabilidade
Escrito por Redação
Qui, 01 de Julho de 2010
Maior prêmio de construção sustentável do mundo distribuirá US$ 2 milhões para os vencedores
São Paulo, 1º de julho de 2010 - Começa hoje o prazo para as inscrições do 3º ciclo do Holcim Awards - concurso mundial criado pela Holcim Foundation for Sustainable Construction com o objetivo de reconhecer projetos baseados no conceito de construção sustentável que reúnam inovação, eficiência e visão de futuro para este segmento. O período de inscrições segue até o dia 23 de março de 2011 pelo site www.holcimawards.org . Podem participar do Holcim Awards arquitetos, projetistas, engenheiros e responsáveis por projetos de construção sustentável. Os projetos concorrentes devem ser apresentados em língua inglesa - idioma oficial da premiação - e devem ser desenvolvidos levando em consideração conceitos de sustentabilidade, que incluem: inovação e capacidade de transferência; padrões éticos e eqüidade social; uso eficiente de recursos naturais; desempenho econômico e compatibilidade; e impacto estético e adequação ao contexto. Os projetos da categoria principal ainda devem estar em estágio avançado, com alta probabilidade de execução. Já a categoria Next Generation é aberta a jovens profissionais maiores de 18, completos até o dia 23 de março de 2011, que apresentam projetos criados nas universidades. Os projetos inscritos serão avaliados por júris liderados por universidades parceiras de cada região e serão compostos por representantes independentes do setor da ciência, empresarial e sociedade civil. As universidades parceiras da Holcim Foundation são: Instituto Federal Suíço de Tecnologia (ETH), em Zurique, Suíça; o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), em Cambridge, EUA; a Universidade de Tongji em Xangai (TDX), China; a Universidade Iberoamericana (UIA), no México; a Escola Superior de Arquitetura de Casablanca, em Marrocos; e a Universidade de Witwatersrand (Wits), em Johanessburgo, África do Sul. No Brasil, a instituição conta com o apoio da Universidade de São Paulo (USP).
O Prêmio
Considerado o maior prêmio de estímulo à construção sustentável do mundo, o Holcim Awards ocorre em nível regional e global, sendo que a primeira etapa é realizada em cinco regiões: Europa, América do Norte, América Latina, África&Oriente Médio e Ásia&Pacífico. No total, o Holcim Awards irá distribuir US$ 2 milhões em prêmios para os melhores projetos em construção sustentável. Cada uma das cinco regiões distribuirá US$ 300 mil, sendo divididos em: US$ 100 mil para a categoria Ouro, US$ 50 mil para a categoria Prata, US$ 25 mil para a categoria Bronze além de US$ 50 mil para a categoria Next Generation. As regionais poderão apontar 4 projetos para receber Prêmios de Reconhecimento, concedidos pelo júri, totalizando até US$ 75 mil. Na fase global, os projetos que forem premiados com Ouro, Prata e Bronze, de cada região, serão submetidos a um júri mundial. Os vencedores desta etapa receberão um total de US$ 350 mil, sendo US$ 200 mil para o prêmio Ouro; US$ 100 mil para o prêmio Prata; US$ 50 mil para o prêmio Bronze. Destaque para o Brasil
Em sua edição anterior, que contemplou o ciclo de 2007 a 2009, o Holcim Awards recebeu cerca de 5 mil inscrições provenientes de 90 países. Do Brasil foram inscritos 294 projetos, havendo destaque para o País na etapa regional latino-americana com 5 projetos premiados com medalhas de prata e bronze na principal categoria, prêmio Next Generation e duas menções honrosas (Holcim Awards Acknowledgement prizes). Entre os premiados da etapa regional no 2º Ciclo do Holcim Awards estavam o projeto da Midiateca da PUC Rio do Rio de Janeiro, assinado por Angelo Bucci da SPBR arquitetos (Prata); e a torre multifuncional compacta, que abriga uma cisterna para coleta de água de chuva, a caixa de água e um equipamento coletor solar para aquecimento de água de autoria de Maria Andrea Triana, Roberto Lamberts e Marcio Antonio Andrade da LabEEE da UFSC, Florianópolis (Bronze). Outros detalhes sobre os projetos brasileiros podem ser encontrados no site da Holcim Foundation - http://www.holcimfoundation.org/T880/Finalistprojectsfrom10countries.htm
Sobre a Holcim Foundation Com sede em Zurique, na Suíça, a Holcim Foundation for Sustainable Construction foi criada pelo Grupo Holcim, em 2003. Atuando independentemente da Holcim , a instituição incentiva soluções sustentáveis, sob os aspectos tecnológicos, ambientais, sócio-econômicos e culturais, que possam impactar mundialmente o setor da construção. A Holcim Foundation conscientiza a opinião pública sobre o importante papel que os profissionais do segmento têm para viabilizar um ambiente verdadeiramente sustentável para as gerações futuras, adotando práticas inovadoras. Entre as iniciativas da Holcim Foundation estão: difundir as melhores práticas, buscar soluções pioneiras e influenciar jovens arquitetos, engenheiros, projetistas e construtores para que adotem parâmetros inovadores e sustentáveis em seus projetos de construção. Isto é feito por meio de três ações principais, realizadas em ciclos de 3 em 3 anos: o Holcim Fórum - simpósio que fomenta discussões sobre o futuro do ambiente construído; o Holcim Awards - maior prêmio de construção sustentável que elege projetos que se destacam neste segmento no mundo; e o Holcim Projects - fomento a projetos de construção civil e pesquisa que acelerem o progresso e contribuam para a promover a construção sustentável. Para despertar a atenção e inspirar as novas gerações de profissionais do setor de construção civil, a Holcim Foundation atua diretamente na disseminação dos conceitos de construção sustentável, por meio de parcerias com universidades da América Latina, América do Norte, Europa, África e Ásia.
Fonte: Taciana Tortorella - In Press Assessoria de Comunicação (11) 3323-1563 /
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Escrito por Redação
Qua, 30 de Junho de 2010
O uso de terras ociosas pode ampliar a produção de biocombustíveis e de alimentos
Especialistas do Brasil e de outros países reunidos em maio em São Paulo concluíram que a produção de biocombustíveis - em especial o etanol - pode se expandir sem disputar espaço com a produção de alimentos e causando menos impacto ambiental se houver mais pesquisa científica e tecnológica e mais interação com as políticas públicas de desenvolvimento econômico e social.
"Os formuladores de políticas públicas estão confusos, diante de tantas incertezas sobre a viabilidade de um futuro sustentável", comentou Lee Lyndt, pesquisador do Dartmouth College, Estados Unidos, em uma das apresentações do workshop Scientific Issues on Ethanol, realizado nos dias 24 e 25 de maio na sede da FAPESP. Ele e outros palestrantes ressaltaram os impactos ambientais negativos do atual modelo de produção de energia no mundo, fundamentado em combustíveis não renováveis, principalmente petróleo, carvão e gás natural.
"Nosso conforto depende de combustíveis fósseis", disse José Goldemberg, da Universidade de São Paulo. Ocorre que, segundo ele, esse modelo energético não só está sujeito ao esgotamento, à medida que as reservas de petróleo se exaurem, mas também é socialmente injusto, já que os habitantes dos países europeus consomem o equivalente a seis toneladas de petróleo por ano e os da África, 10 vezes menos. "O uso de fontes renováveis modernas, sonho dos ambientalistas, está crescendo, mas ainda tem um caminho longo para ser adotado mais amplamente. O futuro pertence às energias renováveis, definitivamente, mas daqui a 20 ou 30 anos."
Goldemberg foi um dos autores de um relatório solicitado há dois anos pelo Conselho InterAcademias a 15 academias de ciência, o Lighting the way: toward a sustainable energy future. Recém-publicado pela FAPESP (Um futuro com energia sustentável: iluminando o caminho, 300 páginas), esse documento ressalta o papel dos governos para apoiar investimentos de longo prazo em infraestrutura energética e pesquisas que ajudem a disseminar as fontes de energia renovável, incluindo os biocombustíveis.
"A expansão da produção de biocombustíveis no Brasil e nos Estados Unidos levantou uma séria controvérsia sobre a incompatibilidade entre alimentos e combustíveis", lembrou Goldemberg. Ao longo dos dois dias de debates promovidos pela FAPESP, Academia Brasileira de Ciências (ABC) e o InterAcademy Panel (IAP), esse conflito se desfez e a limitação de terras deixou de ser considerada um obstáculo para a expansão da produção de etanol. Hipoteticamente, dobrar a produtividade da pecuária brasileira - de um para dois bois por hectare - poderia acrescentar 100 milhões de hectares aos atuais 4 milhões de hectares de cana-de-açúcar, suprindo assim dois terços da demanda mundial de etanol. Mudanças à vista - Além disso, 1 bilhão de acres poderiam ser usados para agricultura no mundo. "O Brasil aproveita apenas 1% da área que poderia ser aproveitada para agricultura", afirmou Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da FAPESP. Vários palestrantes observaram que o melhor uso das terras poderia ampliar a produção de etanol e, ao mesmo tempo, atender à demanda crescente por alimentos e reduzir a pobreza no mundo.
Patricia Osseweijer, pesquisadora do Delft University of Technology, da Holanda, contou que o atual portfólio de fontes de energia na Europa não é ambientalmente seguro nem sustentável, mas há sérias limitações para a implantação de fontes alternativas. Segundo ela, mesmo que os países europeus usassem 40 milhões de hectares para a produção de biocombustíveis, apenas um terço da demanda seria atendido.
"Encontrar soluções duráveis, biodegradáveis, ambientalmente amigáveis e economicamente viáveis é muito difícil", reconheceu. "Os políticos têm medo do impacto das medidas a serem tomadas." Patricia disse que o que ela tem visto na Europa sugere que a produção de mais conhecimento não implica necessariamente mais apoio do governo ou da opinião pública.
"Precisamos aumentar a participação pública e melhorar a qualidade da comunicação. Os debates ainda carecem de clareza e refletem apenas um dos lados." Horward Alper, da Universidade de Ottawa, Canadá, reiterou: "Comunicar-se de um modo claro e conciso é absolutamente crucial. Você tem de ser entendido por sua filha de 16 anos".
Mudanças profundas em outros hábitos parecem ser indispensáveis na busca de um planeta com menos poluição. Como atualmente o setor de transportes consome um terço da energia produzida no mundo, Cylon Gonçalves, professor emérito da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e coordenador adjunto da FAPESP, comentou: "Só uma radical transformação dos meios de transporte e das necessidades da humanidade nos levará a uma sustentabilidade. Há limites científicos e técnicos para um crescimento contínuo da demanda".
Algumas mudanças poderiam ser imediatas. "Se países em desenvolvimento como a China e a Índia continuassem usando carvão, mas com tecnologia dos Estados Unidos ou do Japão, ganhariam em eficiência energética e a emissão de gases do efeito estufa cairia um terço", sugeriu Goldemberg.
Fonte: Pesquisa FAPESP Online
Nokia e WWF-Brasil se unem em projeto para enfrentar mudanças climáticas na Amazônia
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Escrito por Redação
Qua, 30 de Junho de 2010
Objetivo é gerar informações sobre impactos do clima na região do Alto Purus (AC) e capacitar pescadores e ribeirinhos para lidar com a situação e melhorar as condições de vida
Uma parceria entre Nokia e WWF-Brasil permitirá a identificação e o mapeamento das mudanças climáticas em curso na região do Alto Purus, no Acre, propondo alternativas de adaptação para enfrentar os impactos negativos para as populações locais. O objetivo é a produção do conhecimento técnico-científico e a melhoria de vida das comunidades locais, compostas principalmente por pescadores e suas famílias.
O projeto vai registrar, em um vídeo, como os pescadores têm percebido as mudanças climáticas na região e quais medidas de adaptação são utilizadas para mitigar ou reduzir os impactos das alterações no clima. As informações serão coletadas com base em metodologia da Rede WWF para o Projeto Testemunhas do Clima, que já foi aplicada em comunidade de pescadores no município de Santarém (PA).
Uma metodologia participativa assegura o envolvimento dos pescadores em todos os processos do projeto piloto. Outro objetivo será contribuir para a recuperação do conhecimento tradicional. Além de informações técnico-científicas, serão coletados testemunhos pessoais nas comunidades locais, dando origem a um vídeo que será divulgado no Brasil e no exterior.
Segundo Denise Hamú, secretária-geral do WWF-Brasil, o projeto será importante para gerar informações sobre as mudanças climáticas na região. "A ideia é que possamos dar uma contribuição para reduzir a vulnerabilidade das populações locais aos impactos dessas mudanças, aumentando sua capacidade de adaptação. Os pescadores do Alto Purus se tornarão Testemunhas do Clima", afirma.
A secretária-geral do WWF-Brasil acrescenta que, por meio do projeto, Nokia e WWF-Brasil darão uma importante contribuição, juntamente com outros parceiros locais e os pescadores, para subsidiar políticas públicas de adaptação às mudanças climáticas.
"A Nokia orgulha-se por poder fazer parte de uma iniciativa como esta. A ação junto à população que vive às margens do rio Purus é mais um fruto da duradoura parceria global entre a Nokia e o WWF", comenta Almir Luiz Narcizo, presidente da Nokia do Brasil.
A região
O rio Purus é um dos afluentes mais importantes do rio Amazonas e sua bacia abrange 380 mil quilômetros quadrados. O rio nasce no Peru, entra no Brasil pelo Acre e segue pelo estado do Amazonas. Mais de 90% de sua bacia situa-se no Brasil. Na época da cheia, o Purus atinge outros 21.833 km2 da várzea (planície inundada nas margens do rio). Suas águas brancas, ricas em sedimentos provenientes dos Andes, estão entre as mais produtivas da Amazônia e respondem por cerca de 70% produção pesqueira que abastece Rio Branco, a capital do Acre, e por 30%, em Manaus, capital do Amazonas.
No Alto Purus, a biologia e a ecologia dos peixes têm forte ligação com o regime hidrológico do canal principal do rio e do regime regular das cheias na planície de inundação (a várzea). Além da variação natural no ciclo de cheias entre um ano e outro, a oferta de peixes sofre o efeito das mudanças climáticas. Uma redução da produção pesqueira afeta diretamente os pescadores e suas famílias.
Além disso, a pesca é o principal meio de subsistência da população ribeirinha da Amazônia. Mais de 80% das famílias nas várzeas da região vivem da pesca. Além disso, existem outros 37 mil pescadores que praticam a atividade em escala comercial na bacia amazônica.
De acordo com Antonio Oviedo, responsável pelo projeto no WWF-Brasil, é importante fazer uma avaliação biológica dos recursos pesqueiros da área e apoiar a implementação dos acordos de pesca. "É necessário sistematizar o conhecimento local sobre a pesca e os ambientes da várzea, bem como compreender os padrões individuais e coletivos de uso dos recursos pesqueiros em escala comunitária e regional", avalia.
Ainda segundo Antonio Oviedo, essa sistematização é necessária para o aperfeiçoamento dos acordos de pesca, que são normas criadas pelas comunidades para organizar a atividade pesqueira, com objetivo de garantir a sustentabilidade da pesca no longo prazo. Quando aprovados pelo Ibama, ganham força de lei. Os acordos têm obtido importantes resultados do ponto de vista da conservação de ecossistemas aquáticos, do incremento da renda e da segurança alimentar de populações que habitam as regiões de várzea.
O projeto Testemunhas do Clima Nokia/WWF-Brasil no Alto Purus conta ainda com a participação da Secretaria de Extensão Agroflorestal e Produção Familiar do Estado do Acre (Seaprof).. A primeira edição aconteceu em 2008, na comunidade de Igarapé do Costa, estado do Pará. Os vídeos produzidos podem ser vistos no link www.wwf.org.br/testemunhasdoclima.
WWF-Brasil
O WWF-Brasil é uma organização não governamental brasileira dedicada à conservação da natureza com os objetivos de harmonizar a atividade humana com a conservação da biodiversidade e de promover o uso racional dos recursos naturais em benefício dos cidadãos de hoje e das futuras gerações. O WWF-Brasil, criado em 1996 e sediado em Brasília, desenvolve projetos em todo o país e integra a Rede WWF, a maior rede independente de conservação da natureza, com atuação em mais de 100 países e o apoio de cerca de 5 milhões de pessoas, incluindo associados e voluntários.
Sobre a Nokia
Na Nokia, estamos comprometidos em conectar pessoas. Combinamos tecnologia avançada com serviços personalizados que permitem aos nossos consumidores estar próximo do que realmente importa a eles. A cada dia, mais de 1,2 bilhão de usuários se conectam com um Nokia - desde celulares até smartphones e computadores de alta performance. A Nokia integra seus aparelhos com serviços inovadores por meio de Ovi (www.ovi.com), incluindo música, mapas, aplicativos, e-mail e muito mais. A NAVTEQ é líder global em mapas digitais e soluções de navegação, enquanto a Nokia Siemens Networks fornece equipamentos e serviços para redes de comunicação. Para mais informações, acesse www.nokia.com.br. Os produtos Nokia também podem ser adquiridos em nokia.com.br/loja.
Informações para a imprensa Nokia
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Thais Cerioni -
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Fonte: WWF-Brasil - Denise Oliveira
Coordenadora de Comunicação WWF-Brasil - (61) 3364-7400
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Bruno Taitson - Comunicador WWF-Brasil - (61) 3364.7464
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NEOMONDO EM HARVARD E HUMBOLDT
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Escrito por Redação
Qua, 14 de Abril de 2010
Nesta edição, a revista NEOMONDO circulará nas Universidades de Harvard (Boston, EUA) e Humboldt (Berlim, Alemanha). Dois correspondentes da revista serão os responsáveis pela entrega do material - o Senior Fellow Terence Trennenpohl e a PHD Natasha Trennepohl, respectivamente - nas instituições, que receberão a primeira edição com matérias bilíngües da história da revista.
A Universidade Humboldt foi fundada em 1810 e teve como alunos o físico Albert Einstein, os fundadores da teoria marxista Karl Marx e Friedrich Engels entre outros, além de ter abrigado 29 ganhadores do Prêmio Nobel. A Universidade Harvard é uma das instituições educacionais mais prestigiadas do mundo e eleita a melhor universidade do mundo pelo Institute of Higher Education Shanghai Jiao Tong University.
Estratégia da Bunge de sustentabilidade corporativa atrelada aos negócios é tema de palestra
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Escrito por Redação
Sex, 26 de Março de 2010
São Paulo, 25 de março de 2010. A Bunge fará palestra sobre sustentabilidade, no Centro de Conhecimento em Agronegócios (PENSA), da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo. A palestra ocorrerá no próximo dia 26/03, sexta-feira, das 11h30 às 13h.
"Nosso objetivo é promover a discussão sobre como gerar diferenciação no mercado, implementando estratégia de sustentabilidade corporativa atrelada aos negócios, e no fortalecimento da imagem junto aos stakeholders e cadeia de valor", antecipa Michel Santos, gerente Corporativo de Sustentabilidade e palestrante.
Michel Santos, graduado pela USP e pós-graduado em Marketing pela ESPM, é responsável pela sustentabilidade corporativa e gestão por GRI (Global Reporting Initiative) da Bunge. Trabalha no fomento da governança por meio da gestão em sustentabilidade como ferramenta para mitigar riscos, potencializar negócios e promover o desenvolvimento sustentável.
Um dos maiores centros de estudo e pesquisa do País, o PENSA tem como foco de análise e estudo os Sistemas Agroindustriais (SAG), particularmente as relações de coordenação dos agentes envolvidos na produção, processamento e distribuição dos produtos originados na agricultura e pecuária. Em forma de rede, o PENSA envolve pesquisadores em diferentes unidades da Universidade de São Paulo, bem como pesquisadores no Brasil e no exterior.
A Bunge Brasil é uma das principais empresas do agronegócio, conquistando a liderança nos setores de fertilizantes, alimentos e ingredientes, açúcar, bionenergia e em serviços portuários. É uma das maiores exportadoras do Brasil (a primeira em agronegócio), contribuindo de maneira substancial para o saldo positivo da balança comercial e para as divisas para a economia nacional. Presente em 16 estados de todas as regiões do País, a Bunge possui hoje cerca de 15 mil colaboradores. O faturamento bruto da companhia em 2008 atingiu a cifra de R$ 31,7 bilhões.
Fonte: CL-A Comunicações Ana Carolina Reis - 3082-3977 ramal 44
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