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Cetesb dá sinal verde à ampliação do Aterro Municipal de Santo André
Seção:
Neo Mondo Informa
-
Categoria:
Meio Ambiente
Escrito por Redação
Qua, 16 de Setembro de 2009 17:45
Parecer agora será analisado pelo Consema para a concessão da licença prévia Após um longo período de análises técnicas, o parecer da Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) e do Daia (Departamento de Avaliação de Impacto Ambiental), vinculado à Secretaria Estadual do Meio Ambiente, considerou a ampliação do Aterro Municipal de Santo André ambientalmente viável. Agora, o próximo passo será a avaliação do documento pelo Consema (Conselho Estadual do Meio Ambiente) que pode ocorrer já na próxima semana, para que a licença prévia seja concedida. A análise se refere ao pedido de ampliação de uma área de 40 mil m², localizada dentro do próprio aterro, proposto com base no EIA/RIMA (Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental). Considerando-se que o território total do equipamento público é de 217 mil m², o documento sugere a utilização desta área, pois, devido à localização geográfica, ela teria a capacidade de atender a demanda do município por um período estimado de 13 anos. De acordo com o superintendente do Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André), Dr. Angelo Pavin, o parecer é um vitória para a cidade. “Nós sempre caminhamos junto com a Cetesb e o Daia fornecendo todas as documentações necessárias, respeitando-os como autoridades máximas para avaliar o processo. A população de Santo André pode comemorar”, afirma. Em funcionamento desde 1986, o Aterro Municipal de Santo André recebe aproximadamente 18 mil toneladas de lixo por mês. Na região do ABC, o município é o único que consegue gerir seus próprios resíduos - as demais cidades encaminham o lixo para um aterro privado na região. "A nossa luta, do prefeito Dr. Aidan (Ravin) é no sentido de não penalizarmos a população de Santo André. Assim, todos os esforços técnicos são feitos no sentido de prorrogar a vida útil do aterro e evitar uma contratação que despenderia grandes recursos financeiros", contou o superintendente. Jarbas Zuri Junior, diretor de Gestão Ambiental do Semasa, acrescenta que historicamente o Consema costuma acompanhar o parecer realizado pelo Daia e Cetesb, portanto, "dentro de três ou quatro meses será possível depositar resíduos na área que deverá estar licenciada". O diretor destacou também que o Semasa estuda um projeto inédito no ABC e que até outubro será apresentado. "Tanto a usina de eliminação de lixo quando o condomínio de reciclagem vão garantir a eliminação de quase 100% do lixo da cidade", pontuou Jarbas. Área menor O Semasa também segue confiante que conseguirá a autorização da Cetesb para a utilização de uma área menor (6 mil m²), também dentro do próprio aterro, que dará um período de descarte de resíduos estimado em 4 meses. O projeto inicial foi rejeitado pela Cetesb por considerar os taludes altos demais. Porém, segundo o diretor, a autarquia reformulou toda a proposta. “A princípio a altura teria 65 metros. Reduzimos para 55 metros na primeira negativa da Cetesb. Agora apresentamos um projeto no qual a atura dos montes é de 45 metros”, disse Zuri, frisando que a companhia estadual já analisa a proposta. Coordenadoria de Comunicação Social - Assessoria de Imprensa do Semasa Contatos: (11)4433-9684/ 9720/9659 |
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